Dobra o número de desenvolvedores brasileiros que criam aplicações para comércio eletrônico no MercadoLivre no último ano

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O MercadoLivre certificou, entre maio de 2014 e setembro deste ano, 24 empresas de desenvolvimento de software, ERPs e plataformas para a criação de aplicações para o comércio eletrônico realizado em seu site. De 16 empresas de desenvolvimento em 2014, agora são 40. Todas com a missão de criar ferramentas que melhorem a experiência de compradores e vendedores no uso do marketplace e também das unidades de negócio MercadoLivre Classificados (para os anunciantes de veículos e imóveis), MercadoPago (soluções de pagamento) e MercadoEnvios (soluções de logística).

Desde a abertura de seu ambiente tecnológico, em 2012, o MercadoLivre tem se aproximado de programadores e engenheiros de software para enriquecer a oferta de ferramentas e serviços para o comércio eletrônico. “A presença de lojas de médio e grande portes como vendedoras no site MercadoLivre é consequência do trabalho dos desenvolvedores, que nos ajudam na integração dessas lojas ao nosso sistema”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre Brasil. “Além disso, tem sido criada uma série de ferramentas de business intelligence e de performance de vendas para ajudar micro e pequenos lojistas, e até mesmo pessoas físicas”.

O grande número de vendedores que atuam no MercadoLivre (7 milhões de vendedores únicos na América Latina) é um dos principais fatores de crescimento do empreendedorismo na área de desenvolvimento de software para comércio eletrônico no Brasil. E, para fomentar ainda mais este crescimento, a companhia criou, em 2013, o fundo “MercadoLivre Commerce Fund”, de US$ 10 milhões, voltado para investir em companhias que criem soluções criativas para o ecossistema de serviços oferecidos pelo MercadoLivre.

Presente em 14 países (América Latina e Portugal), o MercadoLivre tem o Brasil como principal operação – e também como o país que possui o maior número de desenvolvedores certificados, comparado com os outros países da região, que somam outros 20 desenvolvedores. “O mercado brasileiro de comércio eletrônico está em uma fase de muito investimento em tecnologia e marketing, o que faz o setor crescer mais rápido do que em outros países”, afirma Lemos.

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